(Foto: Maílson Santana/FFC)

Próxima do encerramento, a atual temporada marcou o primeiro ano da equipe Sub-23 do Fluminense. O projeto, idealizado pelo diretor executivo de futebol Paulo Angioni, foi criado com o argumento de servir de amadurecimento de jovens jogadores para o time principal e conviveu com desconfiança e resistência de parte dos torcedores.

Na entrevista, realizada via chamada de vídeo, o portal GE levou ao dirigente críticas levantadas por alguns torcedores, como custos do projeto, contratações e o momento para subir os garotos para o profissional. Foram abordados também casos de jogadores que tiveram passagens-relâmpago, como Lussivica e Wagninho. Angioni não se fez de rogado e rebateu.

– A crítica sempre me serve de olhar para aquilo que as pessoas estão falando. Lido há muitos anos com isso (…). Dou todo direito às pessoas acharem o que devem achar. O mais importante é que o serviço aqui todo é feito em função do profissional. As ilações competem a cada um. Aqui não tem prioridade que não seja servir à equipe principal. Se eles (John Kennedy e Samuel) não foram relacionados para o time principal (contra o Corinthians), é porque os responsáveis pela relação entenderam que não precisavam deles naquele momento, e não por priorizar os Aspirantes, o que não tem sentido – frisou.