Reprodução Facebook (Antônio Gonzalez)

Como se não bastassem os problemas de ordem financeira que afetam o Fluminense e o futebol muito abaixo daquele esperado pela torcida, o clube virou um risco, também, para seus sócios e atletas. Com diversos relatos de cortes graves, profundos nas piscinas das Laranjeiras, o Fluminense teve de interditar seu Parque Aquático.

Muitos relatos vieram a público, de início, através de denúncias do conselheiro e ex-diretor do clube, Antônio Gonzalez, que apoiou Pedro Abad nas últimas eleições, mas rompeu com ele, juntamente como o Unido e Forte, no meio desta temporada. Um norte-americano, atleta de master da natação do Tricolor, levou mais de dez pontos no dedão de um dos pés, como mostra foto tirada diretamente da enfermaria do clube, ainda nesta semana (Imagem forte abaixo).

O NETFLU entrou em contato com o clube para saber quais medidas têm sido tomadas para evitar que novos acidentes ocorram. Além disso, questionou também como vem sendo feito o amparo às vítimas.

– A piscina de aprendizado está interditada para reparos. Desde quarta-feira a piscina olímpica funciona parcialmente com equipe profissional trabalhando em sua manutenção. O clube trabalha para que essa situação seja resolvida o mais breve possível – explicou a assessoria do Fluminense.

Praticantes do nado sincronizado e outras pessoas também já se machucaram nas piscinas tricolores, que já foram o berço de muitos atletas olímpicos. No ano passado, numa reunião do Conselho Diretor, havia sido dito que não ocorreriam mais acidentes, o que não se comprovou de fato. Paralelo a isto, os professores de natação do Fluminense estão chegando a três meses de salários atrasados.

Essa não é a primeira vez que  o clube interdita parte das piscinas. Em e-mail endereçado aos sócios na última semana, o Fluminense explica que iria averiguar as ocorrências recentes.