Uma das polêmicas envolvendo Biro-Biro e a Bloom Soccer, empresa de agenciamento de atletas, que tem Mário Bittencourt como advogado foi a venda de Biro-Biro. Por valores muito inferiores, dado o destaque que o atacante havia tido no Brasileiro de 2015 pela Ponte Preta, ele foi negociado com um clube da segunda divisão chinesa.

No entanto, por causa de um dívida do Flu com o Nova Iguaçu e a Traffic, o atacante foi vendido para a China, e o tricolor ficou com apenas parte deste dinheiro. Por causa de um dívida do Flu com o Nova Iguaçu e a Traffic, o Tricolor ficou com apenas parte deste dinheiro. O candidato à presidência do Fluminense garante não ter participado da negociação:

– Em 2012, o Fluminense comprou o Biro Biro, mas não pagou. Ficou acertado entre o presidente e o Nova Iguaçu, que quando ele fosse vendido, pagaria. Depois, o Flu comprou outros dois jogadores: Derlan e Patrick, e também não pagou. Como havia a parceria, o caso não tinha por que ir a litígio. Tentou-se um acordo, firmado, mas não foi cumprido e o presidente vendeu. Eu sequer participei da reunião – disse.

Na China, Biro-Biro faz sucesso. Foi o vice-artilheiro da Segunda Divisão local com 18 gols, atrás apenas de outro brasileiro, Luís Fabiano, ex-São Paulo