Gabriel Farias detona escolhas do presidente, Mattheus Montenegro, e do técnico, Luis Zubeldía
O Fluminense foi derrotado por 2 a 1 pelo Flamengo, domingo, no Maracanã, pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro. E o comentarista da getv Gabriel Farias não poupou críticas a Luis Zubeldía, técnico tricolor, e ao presidente do clube, Mattheus Montenegro.
Na visão de Gabriel, o Fluminense foi duplamente boicotado por seus comandantes. O jornalista entende que a atitude do presidente de acatar pedido do rival de adiar o clássico de sábado para domingo foi inexplicável. Além disso, questionou as escolhas de Zubeldía em relação à equipe, principalmente por lançar Savarino apenas na reta final do clássico.
Em seu perfil no Instagram, o comentarista Gabriel Farias compartilhou vídeo de sua análise após a derrota do Fluminense para o Flamengo. Ele ficou muito surpreso com as escolhas feitas por parte de Montenegro e Zubeldía.
— Chega ao final do clássico derrotado institucionalmente e dentro de campo. Um boicote duplo que o Fluminense teve de superar. Um boicote que começou no seu próprio presidente, tomando uma atitude que muitos não imaginavam, que no fim das contas só trouxe benefício do outro lado. E depois teve de superar um boicote do próprio técnico. Porque o Zubeldía teve uma atuação que não dá pra entender. Até consigo assimilar ele começar só com Acosta, deixando Savarino no banco, pra explorar a velocidade do Serna e Canobbio. Aí tem a lesão do Acosta com sete minutos. Me parece o óbvio entrar o Savarino e ele vai de Ganso, que não tem uma partida recente que comprove porque ele deveria ser esse jogador. Ele tira o ritmo da equipe, ele não tem mais a dinâmica de outros tempos. Uma atuação constrangedora do Ganso no primeiro tempo. Aí na segunda etapa o Savarino só entra com 20 minutos. E quem poderia imaginar que o Fluminense cresceria com ele em campo? Passou a ccriar mais, finalizou mais, Savarino fez um gol, ficou perto de fazer outro, deu passe, cruzou. O Fluminense ganhou dinâmica, coisa que não tinha até então. É uma vontade do treinador de se sentir correto que eu não entendo. O cara se boicota, boicota o próprio trabalho – detonou.
Confira a declaração do profissional em vídeo:
