Foto: Site oficial do Fluminense

Na manhã de segunda-feira (15/02), o Fluminense teve o prazer de receber – de volta – em Laranjeiras o jogador Paulinho Omena, que defendeu nossas cores entre 1959 e 1963, carregando o número 8 nas costas. Campeão carioca em seu primeiro ano vestindo a camisa tricolor, Paulinho “ladrão”, como também era conhecido nos campos, relembrou momentos inesquecíveis nessa visita memorável.

Acompanhado da família, o ex-jogador visitou a Sala de Troféus do clube, aproveitando para observar a taça do Campeonato Carioca de 59 ao lado de sua esposa, e, antes de voltar para casa, teve a oportunidade de pisar novamente no imponente gramado do estádio, que foi por muito tempo palco de suas famosas “roubadas” de bola. Foi com muita emoção que o jogador admirou a foto do poderoso time de 1960, campeão do Torneio Rio-São Paulo, no qual ele foi peça fundamental na conquista do título. Lembrou com saudade dos companheiros dessa equipe vitoriosa como Castilho, Waldo, Pinheiro, Jair Marinho, Telê e Altair, grandes nomes da história tricolor. 

 
 
 

Dhaniel Cohen, responsável pelo Flu-Memória, presenteou Paulinho com a armadura tricolor da Umbro, estampando o número 8. A equipe do Museu da Pelada também se fez presente para registrar esse momento que se tornou tão especial e emocionante. Torcedores e sócios que presenciaram essa visita de longe também se emocionaram ao ver o encontro de Paulinho com a taça que conquistou. 

Estar de volta em um espaço que remete à tantas conquistas e glórias não poderia ser marcado por adjetivos diferentes. Para encerrar esse dia marcante, foi exibido no intervalo do jogo Ceará x Fluminense, no Boteco Brahma Tricolor, um trecho do documentário “Um craque esquecido”, dirigido pelo neto do jogador, Ygor Lioi. A obra, lançada em 2018, retrata a história do ex-jogador, e foi produzida a fim de homenagear o craque que brilhou nos campos.