
Fluminense tem dificuldades quanto atua em gramado artificial
Com o acesso do Athletico Paranaense e da Chapecoense confirmados neste domingo para a Série A do Campeonato Brasileiro de 2026, a primeira divisão do futebol nacional na próxima temporada terá 25% dos estádios com grama sintética.
Além do Allianz Parque (Palmeiras), da Arena MRV (Atlético-MG) e do Nilton Santos (Botafogo), somam-se a eles a Arena da Baixada (Athletico) e a Arena Condá (Chapecoense), que também aderiu ao gramado artificial.
Historicamente, o Fluminense tem dificuldades quando atua em grama sintética. Contra o Palmeiras, nesse último sábado, o Tricolor ainda deixou uma boa impressão com o empate em 0 a 0 e quase venceu. Contra Atlético-MG e Botafogo fora, porém, o Flu foi derrotado.
Paulo Vitor Vasconcellos é tricolor fanático, escritor e jornalista formado em 2016 pela Universidade Veiga de Almeida. Trabalhou, de 2015 a 2018, como redator de esportes e, posteriormente, de cinema no portal VAVEL Brasil, cobrindo o Fluminense e a Comic Con Experience 2016 e 2017. Autor do livro Olhos de Lázzuli, ficção e fantasia voltada especialmente para o público infanto-juvenil.
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