Coordenador do basquete: “Não pagaremos por algo que não existe”

Coordenador do basquete: “Não pagaremos por algo que não existe”

Marcelo Bunte, coordenador do basquete tricolor

Convidado para disputar o NBB, o Fluminense, por intermédio de seu coordenador, Marcelo Bunte, rebateu algumas acusações levianas. De acordo com o dirigente, o time tricolor não houve “virada de mesa” para a disputa da elite do basquete nacional.

– Acho que há algumas razões bem simples. A primeira é que ainda não existe, de fato e concreta, a segunda divisão. A gente não tem como pagar por algo que ainda não existe, por algo que ainda não saiu do papel. Formar opinião é algo muito complicado. Estão dizendo que a gente virou a mesa. Por favor, não fizemos nada disso. Jogamos uma competição da CBB por três meses, e fomos convidados pela Liga Nacional. São duas instituições diferentes. Não deu pela via esportiva, nossa primeira tentativa. Deu pela outra, também legal, também legítima, também bem clara para todo mundo. Não condeno quem não entende assim, mas normalmente estas opiniões são coisas de futebol. E aqui não tem nada a ver com futebol, que isso fique claro. Vincular futebol ao basquete, isso não tem nada a ver. Apenas aceleramos o processo. O basquete brasileiro carece de uma segunda divisão, isso é um fato. Mas ela ainda não existe. É necessária, mas ainda não existe. Se existisse, talvez nem houvesse o convite – afirmou Bunte.