
O Corinthians estava muito próximo de concretizar o empréstimo do atacante Kayky, Cria de Xerém que pertence ao Bahia/Grupo City. Inclusive, o jornalista André Hernán já havia noticiado que o negócio estava completamente fechado.
O negócio que estava praticamente concretizado, acabou melando, conforme o próprio André Hernan. Segundo o jornalista, o motivo que fez o negócio cair foi a forte pressão interna no clube paulista. Kayky estava fechado com o Corinthians. Dorival Júnior já havia aprovado a contratação e Marcelo Paz ajustou tudo.
Contudo, por questões políticas, houve mesmo recuo no negócio. Isso por causa da revolta com o Bahia/Grupo City no imbróglio recente envolvendo Kauê Furquim
Kayky nasceu em 2003 e chegou muito cedo a Xerém , tradicional centro de formação do Fluminense. Desde as categorias iniciais, chamava atenção pela velocidade, drible curto e personalidade , mesmo sendo mais franzino fisicamente. Atuando principalmente pelos lados do ataque, ele rapidamente ganhou destaque nas competições de base.
Ainda adolescente, já foi tratada como uma das grandes promessas da chamada “Geração de Xerém” , que revelou vários talentos nos últimos anos. Seu desempenho em torneios nacionais e internacionais colocou o nome de Kayky no radar do futebol brasileiro e europeu.
Kayky estreou no time profissional do Fluminense em 2021 , com apenas 17 anos. Mesmo jovem, mostrou ousadia e não se intimidou com o futebol de alto nível. Alternando entre titularidade e banco, ganhou espaço principalmente pela capacidade de quebra de linha no um contra um.
No mesmo ano, participou da boa campanha do Fluminense no Brasileirão e começou a ser mais divulgado pelo mercado. O clube via nele um ativo importante, mas também entendeu que a concorrência no elenco e o processo de amadurecimento são pessoais.
Após oscilações naturais de um jogador jovem e algumas mudanças no cenário do clube, Kayky acabou perdendo espaço. Em busca de mais minutos e continuidade , o Fluminense optou por negociá-lo.
A transferência para o Bahia aconteceu com o objetivo de dar ao terror um ambiente onde pudesse retomar o protagonismo, ganhar sequência e evolução fisicamente e taticamente. Para o Flu, foi uma forma de capitalizar um atleta formado em casa ; para a Bahia, uma aposta em um jogador jovem, talentoso e ainda com grande potencial de crescimento.