Além das bolas de vôlei, preparador de goleiros tricolor revelou preparação utilizando a pelota do Carioca, que é mais leve e, consequentemente, varia mais que a da Libertadores (Foto: Lucas Merçon - FFC)

A mudança do jogo contra o Independiente Santa Fe, nesta quarta-feira, pela segunda rodada do Grupo D da Libertadores, de Bogotá para Armenia teve pontos positivos e negativos para o Fluminense. A logística ficou mais complicada, mas a equipe deixará de atuar numa altitude de 2.650 metros para jogar a 1.480 metros do nível do mar. Na preparação para jogar no alto, os goleiros tricolores chegaram a treinar até com bolas de vôlei.

De acordo com o jornal Extra, especialistas informaram que a altitude começa a causar efeitos físicos a partir dos 2.300m. Brasília, por exemplo, está a 1.172m e Campos do Jordão a 1.600m. Os goleiros, no entanto, porém, devem ficar atento com as variações da bola.

Preparador de goleiros tricolor, André Carvalho explicou o trabalho feito visando à altitude.

— Treinamos eles algumas vezes com a bola de vôlei e com a do Campeonato Carioca, que é mais leve (que a da Libertadores) e fica variando em algumas situações. Por isso, serve para adaptação. Treinar no destino é o ideal para os goleiros — disse.