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Com o agravamento da crise financeira, o Fluminense decidiu encerrar a parceria com o STK Samorin, da Eslováquia, que foi iniciada em 2015. O Tricolor não conseguiu buscar patrocinadores para ajudar a manter o projeto e, sem condições de bancar sozinho, a decisão foi colocar um ponto final.

A ideia do Fluminense era buscar parceiros para reduzir o investimento de 63 mil euros (R$ 271 mil, na cotação atual) por mês em 50% em 2019 e ter 100% pago em 2020. Porém, apesar de alguns acertos encaminhados por Marco Manso, diretor esportivo da filial tricolor em maio passado, nenhum acordo foi assinado. Em julho, foi decidido manter o projeto e, em setembro, Manso pediu demissão.

Mesmo em crise financeira, o Fluminense continuou pagando pelo projeto. Sem condições, o envio de dinheiro atrasou e os salários chegaram a cinco meses de débito. Com isso, alguns jogadores passaram a conciliar os treinos com empregos fora do clube para complementarem a renda.

Para o primeiro semestre de 2019, o Fluminense reduziu o envio de atletas para a Europa. Foram apenas quatro (Diogo, Gabriel Capixaba, Luquinhas e Peu), além do técnico Leonardo Ramos, do sub-15 em Xerém. As despesas pagas pelo Tricolor, então, caíram para 15 mil euros (R$ 64,7 mil) por mês.