(Foto: Nelson Perez - FFC)
(Foto: Nelson Perez – FFC)

Nem bem entrou na conta o dinheiro relativo ao pagamento da primeira parcela da venda de Gerson para Roma (ITA), ele já saiu. A diretoria do Fluminense utilizou cerca de R$ 6,7 milhões para pagar parte dos direitos de imagem atraso dos jogadores e uma outra pendência, datada de 2010.

Na gestão Roberto Horcades, em novembro daquele ano, o Fluminense contraiu um empréstimo de R$ 6 milhões com a Traffic, empresa de marketing esportivo especializada no gerenciamento de equipes de futebol.

O clube tinha de pagar o valor com 50% da receita dos contratos de publicidade. Mais: a firma, mesmo depois de recebido o total emprestado, ficaria com 20% da receita dos novos contratos durante 10 anos, independentemente de participar como agente. Inclui-se o novo contrato de Adidas, Maracanã e Vitton. Só após muita negociação, já na gestão de Peter Siemsen, houve entendimento para pagar apenas o valor original corrigido. A última parcela, de R$ 3,8 milhões, foi paga agora, com a receita de Gerson. Com isso, o percentual de atletas, dados como garantia, foram liberados.

As outras duas parcelas da negociação do apoiador estão previstas para 31 de julho de 2016 e 31 de dezembro de 2016, ambas no valor de 4,5 milhões de euros. Há ainda a previsão de um bônus de 1 milhão de euros (R$ 4,2 milhões) a ser pago ao Tricolor caso o Roma se classifique para a fase de grupos Liga dos Campeões.


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