Ex-atacante se envolveu em episódio polêmio
A saída de Emerson Sheik do Fluminense, em 2011, gerou polêmica. O ex-jogador teve o contrato rescindido pelo presidente Peter Siemsen por conta de uma música liga ao Flamengo que foi cantada no ônibus da delegação.
Em 2010, Sheik ajudou o Tricolor a conquistar o título do Campeonato Brasileiro. Nesta semana, a polêmica foi relembrada pelo luso-brasileiro Deco.

Em entrevista publicada pelo site Globo Esporte, o ex-meia afirmou que a rescisão do ex-atacante foi um erro da gestão da época.
– Eu não entendi muito bem, porque não estava nesse jogo da polêmica do ônibus. O Sheik jura que não tinha nada a ver. Eu lembro até que o Celso Barros teve que falar com o Sheik, para ele ficar. E a coisa não funcionou, porque o presidente, o Peter, não queria. Foi um erro, porque se o Sheik tivesse ficado, nesse ano de 2011, eu acho que teríamos sido bicampeões brasileiros. Era um jogador que marcava a diferença e que era fundamental para nós. Achei que foi um erro grave de gestão, uma coisa tão simples e você perder um jogador como o Sheik.
Na visão de Deco, o problema deveria ter sido resolvido internamente, entre o jogador e a diretoria.
– Era uma coisa privada. Se aconteceu, ela tinha que ter ficado no privado, ter sido resolvida no privado, entre o jogador e a direção. Não ser exposto daquela forma. Quando você expõe alguma coisa, é porque você tem algum outro interesse que não seja resolver o problema. Mas é uma situação até inesperada, né?!
Bruno Nunes Loreto é jornalista formado em 2018 pela Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC). Trabalha como redator desde 2016, passando por sites como Torcedores, 90min, Bolavip e Antenados no Futebol. Exerce a função de repórter no NETFLU.
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