Preto Casagrande diz que ficou dois anos como auxiliar no Bahia, um mês como interino e foi demitido em apenas um mês após efetivação

Mesmo com uma passagem relativamente curta, de apenas um ano, Preto Casagrande afirma ser torcedor do Fluminense até hoje, acompanhando também a paixão do filho, que é Tricolor fanático. Depois de pendurar as chuteiras o volante campeão carioca em 2005 com o Fluzão chegou a trabalhar como técnico no Bahia, onde também tinha história. Ele afirma ter gostado, mas se sentiu traído pelo então presidente do clube e, pelo menos por enquanto, descarta voltar ao futebol.

– Gostei para caramba (de ser técnico), mas foi um baque tão grande, uma traição tão grande que eu achei por parte do presidente da época (Marcelo Sant’Ana) que tomei uma aversão a voltar para o meio. Traumatizei, acho que a palavra é essa. Foi traumatizante. Fiquei dois anos de auxiliar, um mês como interino, aí eles falaram: “Vamos efetivar, tem condições, está muito preparado”. Aí um mês depois me demitiram – recorda.

 
 
 

Hoje, Preto é empresário. Se não vislumbra uma nova tentativa no futebol a curto prazo, no futuro pode até ser.

– Eu gosto muito de futebol. Eu falo com as pessoas: eu discuto muito mais com pessoa do Brasil e do mundo sobre futebol do que sobre combustível, que é a minha área hoje, que eu também faço há 20 anos. Eu acho que tenho muita competência, muita propriedade para falar sobre futebol. E a paixão que o Rafa (filho) tem por futebol também me faz criar uma expectativa de talvez a médio, longo prazo voltar ao futebol… – falou.