Marcelo Porto, ex-vice de TI do Fluminense falou novamente sobre seu pedido de exoneração do cargo

O site Globoesporte.com publicou uma matéria sobre o projeto que não aconteceu de voto para sócios do Fluminense que moram fora do Rio de Janeiro para o pleito deste ano. Porém, Marcelo Porto, ex-vice-presidente de TI, em entrevista ao NETFLU, negou que estivesse se referindo a voto pela internet na reportagem. Ele explicou o projeto que não foi aprovado pelo presidente Peter Siemsen:

– O projeto era o Voto Eletrônico Presidencial. A pessoa teria de comparecer em um local para votar em urnas como tablets ou computadores, mas não é aberto para votação na internet. Você teria um ponto específico, um servidor que centralizaria esses votos que poderiam ser remotos. Colocaríamos pontos de votação em Brasília, São Paulo, Vitória e até mesmo dentro da própria cidade do Rio, como no Maracanã, em Niterói. Essa era ideia. Mas quanto mais postos avançados, mais custos. Então, precisaria ter uma quantidade, que não foi levantada, especificada, de eleitores para que o projeto acontecesse.