Assim como a equipe comandada pelo técnico Fernando Diniz, os cartolas do Fluminense têm trabalhado bastante buscar um “gol” institucional. Neste caso, a bola na rede seria a conquista de um patrocinador master que ajudaria a manter a folha salarial em dia de atletas e funcionários, possibilitando ainda, investimentos. O trabalho, no entanto, está longe de ser consolidado.

O NETFLU apurou com pessoas ligadas ao departamento comercial que a chamada “crise de mercado” tem impedido que o clube feche bons negócios. Alguns considerados abaixo da grandeza do Fluminense foram recusados, diferentemente do que ocorria em outros tempos, com patrocínios pontuais e rápidos.

No início do ano, chegou a existir uma expectativa em torno da Caixa Econômica, mas a diminuição dos investimentos do banco estatal, aliada à falta de Certidões Negativas de Débitos (CNDs) do Fluminense culminaram no fim das tratativas.

Vale lembrar que o Tricolor teve problemas de calote com seus últimos dois grandes patrocinadores master, a Viton 44 e a Valle Express. Ao passo em que a empresa de bebidas fez um acordo para pagar os débitos ao longo dos últimos anos, o caso entre o clube e a empresa de cartões de crédito segue na Justiça, sem prazo para definição.