Chuva causou transtornos à população de áreas de risco e Fluminense se disponibiliza a ajudar

Poço sem fundo. Não é só o dinheiro da passagem dos funcionários da empresa de limpeza, que presta serviços ao Fluminense, que está comprometido. Também responsável pela portaria do clube, a Sanatto não teve repasse financeiro do Tricolor. Novos relatos de funcionários que não conseguem honrar com pensão alimentícia ou compra de um simples remédio, ocorrem. Os atrasos estão perto de completar três meses.

Na última semana, o clube chegou a ficar sem pessoas especializadas na recepção e na entrada de carros, tendo de improvisar funcionários de outros setores. Já houve rateio de algumas pessoas dentro do Fluminense para ajudar a custear cestas básicas, por exemplo, para a parte mais humilde.

 
 
 

O Fluminense vem sofrendo com penhoras, sobretudo, por conta de processos. Ainda não há previsão oficial para resolver a situação em torno da Sanatto. A empresa prefere não se manifestar acerca do tema.