Nos dois últimos anos, o Fluminense conseguiu reduzir o número de lesões e contusões no elenco. O clube era muito criticado, especialmente por seus torcedores, pela quantidade elevada de atletas que se machucava. A temporada atual chega ao fim com o departamento médico vazio.

No ano, apenas nove atletas ficaram afastados por lesão. Ao todo, foram apenas 14 as vezes que o Tricolor esteve desfalcado por motivo de contusão, tendo um tempo médio de recuperação de apenas 17,9 dias.

O departamento médico, hoje, é formado pelo coordenador Douglas Santos, os médicos Arthur Nogueira, Jorge Lopes e Ricardo Olivero, os fisioterapeutas Nilton Petrone, o Filé, Paulo Gervásio, Felipe Bastos e Caio Sauro, além da nutricionista Renata Faro, o fisiologista Maurício Negri e o enfermeiro Luis Augusto Ferreira.

– Essa temporada foi incomum para o Fluminense pois muitas viagens, foi um período bastante desgastante para o elenco. Mas mesmo assim conseguimos fechar com números em termos de lesões melhor do que o ano passado. Fechamos 2016 com menos de 20 lesões e isso ajuda bastante. Conseguimos manter os atletas à disposição da comissão quase que o tempo todo e isso podemos considerar de forma positiva – afirmou o coordenador do departamento médico tricolor, Douglas Santos.