O Tricolor tenta reduzir o valor dos impostos
O Fluminense fez história na Copa do Mundo de Clubes da Fifa de 2025. A equipe tricolor fez história ao eliminar gigantes e caiu apenas na semifinal, na última terça-feira (8), diante do Chelsea, da Inglaterra, na semifinal.
A campanha histórica rendeu uma premiação de R$ 331 milhões. Entretanto, o Fluminense pode ter um alto valor abocanhado por conta de taxação. De acordo com o Globo Esporte, o valor pago de impostos aos Estados Unidos pode ficar entre 30 e 35%, de R$ 98,3 milhões a R$ 115,8 milhões.
A diretoria do Fluminense já trabalha nos bastidores para tentar diminuir os impostos. O Clube, visando ser tributado como uma empresa americana, aderiu ao ECI (Effectively Connected Income).
No modelo citado, não existe uma tributação na fonte, sendo necessário pagar 21% de imposto federal sobre o lucro. O percentual não seria em cima do valor bruto, mas, sim, descontando gastos de operação (voos, hotéis, alimentação, salários).
Além disso, ainda há uma taxação estadual e um percentual de 30% sobre o valor restante, equiparável à distribuição de dividendos. Até o momento, não existe um cálculo de quanto será o percentual.
A intenção do Fluminense é fazer com que apenas a primeira parte do pagamento seja taxada, ficando em R$ 104,56 milhões. O Clube quer evitar a taxação do segundo pagamento, de R$ 226,56 milhões.
Bruno Nunes Loreto é jornalista formado em 2018 pela Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC). Trabalha como redator desde 2016, passando por sites como Torcedores, 90min, Bolavip e Antenados no Futebol. Exerce a função de repórter no NETFLU.
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