Grupo político de Eurico Miranda ataca vice de futebol do Flu

Grupo político de Eurico Miranda ataca vice de futebol do Flu

2O “Casaca”, grupo político de sustentação à gestão Eurico Miranda, resolveu criar um post em que ataca o vice-presidente de futebol do Fluminense, Mário Bittencourt, e a instituição. Em resposta ao presidente da Ferj, Rubens Lopes, o dirigente tricolor lembrou que o clube apoiado pela entidade caiu para a Série B pela terceira vez. O “Casaca” resolveu tomar as dores e, dentre outros adjetivos, diz que o tetracampeão brasileiro deveria “pagar a Série B” e ainda acusa o Flu de racismo. Veja:

 

“Resposta ao Freguês

Um cidadão conhecido por Mário Bittencourt, que se diz dirigente do Fluminense, deu a seguinte declaração gratuita e ofensiva ao Vasco:

“O clube que mais apoia ele caiu para a série B. Mais uma vez os cariocas ficam sem grandes resultados, muito em função de como o futebol do Rio é conduzido. Existem dois clubes que tentam melhorar o futebol carioca. Curiosamente os que têm melhor performance nos últimos anos. Isso deve significar alguma coisa.”

A respeito, temos a dizer o seguinte:

O Vasco não tem motivos para se envolver nos assuntos de uma liga que promoverá amistosos. Sendo uma liga amistosa, não reconhecida, não oficial, pirata, nada tem a ver conosco.
A dita melhor performance do Fluminense nos últimos anos inexistiu contra o Vasco, pois o Fluminense seguiu sendo nosso freguês de caderno. Sucessos duvidosos, como o vice da Libertadores, só ocorreram em função da participação de um patrocinador capaz de bancar salários irreais.
Ausente o patrocinador, o Fluminense foi um clube de série C e não pagou duas séries B – certamente em 2000, alçado diretamente da C à A, e presumivelmente em 2014, em função do nebuloso caso que rebaixou a Portuguesa em seu lugar, ou no lugar do seu parceiro Flamengo.
O Fluminense, como o Flamengo, só acredita no futebol carioca quando o título estadual é conquistado por um dos dois, muitas vezes de forma, digamos, pouco esportiva. Se o Vasco vence um Estadual, no ano seguinte eles fundam ligas estaduais, nacionais ou não comparecem no campo para jogar. Correm.
Por fim, desconfia-se que o doutor Bitencourt precise, na verdade, de um divã. Não deve ser fácil dirigir um clube que passava talco em seus negros e que os obrigava a entrar pelo portão de serviço, sabendo que além-túnel há outro clube que, por ser o oposto a isso na sua essência, sempre os fez transbordar de ódio e preconceito.
CASACA!”


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