Grupo político questiona: “Há corpo mole? Há racha no elenco?”

Grupo político questiona: “Há corpo mole? Há racha no elenco?”

A derrota do Fluminense na última noite para a Ponte Preta ainda não foi digerida por grande parte dos tricolores. Principal grupo político do Flu, a Flusócio embarcou no mesmo balaio. Em mais um post crítico, o grupo fez diversos questionamentos acerca do atual momento do clube das Laranjeiras.

Confira:

flusocio1“A troca de técnicos em geral injeta alguma dose de motivação nos elencos, mas o efeito obviamente não aconteceu no Fluminense na estreia de Eduardo Baptista.

Em mais uma atuação vergonhosa, de manchar a camisa tricolor, fomos atropelados no primeiro tempo e saímos com um doloroso 3×0 nas costas. A facilidade era tanta que o duelo parecia um jogo de mirins contra profissionais. Renato teve uma noite especialmente catastrófica, falhando seguidamente, cometendo um pênalti infantil e errando tudo que tentou no ataque. Outros que chamaram a atenção pela leniência e falta de pegada e vontade foram Edson e Cicero. O primeiro é um caso a ser estudado: caiu vertiginosamente de produção e hoje é uma piada como volante: não protege nossa área, não ajuda na segunda bola e não chega ao ataque. Cícero, a quem já se atribuiu dificuldades de relacionamento, segue sendo escalado e também não marca, não cria e não dá volume ao meio. Com tantos jogadores moles, desinteressados e ainda com o jovem Douglas amarelado desde o primeiro minuto, era praticamente impossível inserir qualquer tipo de força em nosso meio-campo.

Enquanto a diretoria não consegue identificar os problemas para o abismo de produção, vamos perdendo posições e sem conseguir nem ao menos pontos em empates. Ainda há corpo mole? Há atrasos salariais? Há racha no elenco? Há problemas físicos? Ninguém sabe. Cabe, portanto, aos envolvidos a resolução URGENTE desse quadro soturno.

Seguimos ladeira abaixo e praticando o futebol mais pobre da série A, sob todos os aspectos: físico, tático e técnico. Não fosse a gordura acumulada, o futuro desse time pareceria certo: a série B. O jogo do próximo sábado contra o Goiás, portanto, é uma final contra o sufoco, uma das partidas imprescindíveis para vencermos rumo à pontuação que nos alivie”.


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