(Foto: Lucas Merçon - FFC)

Dirigentes de 18 clubes assinaram um termo com a empresa liderada pelo advogado Flavio Zveiter, denominada Codajas Sports Kapital, que demonstrou interesse em operar a futura liga, que pode sair do papel. No entanto, o projeto tem gerado resistência de alguns cartolas. Um deles é Mário Bittencourt.

O presidente do Fluminense tem demonstrado ressalvas ao projeto. Por conta disso, o clube verde, branco e grená ainda não assinou o termo, embora a sua adesão seja aguardada para os próximos dias. Mário se incomodou com com a duração da “concessão” das receitas para o investidor privado.

Segundo a proposta no contrato, o investidor teria 25% das receitas do Brasileirão por até 75 anos – com período e percentual ainda a confirmar. A alegação de Bittencourt é de que os clubes desistirão de uma quantia alta no futuro em troca de serem “socorridos” no presente, para pagarem as dívidas.

Mario Celso Petraglia, responsável pelo Athletico-PR e que também não assinou o documento, também tem receio de que o acordo impeça negociações com outras empresas interessadas em operacionalizar a liga. Além disso, há o temor de que os valores estimados estejam subvalorizados.