Torneio foi encerrado no final de semana
A final da Copa do Mundo de 2026 entrou para a história não apenas pelo título da Espanha sobre a Argentina, mas também pelos números impressionantes fora das quatro linhas. A decisão disputada em Nova Jersey, nos Estados Unidos, teria gerado uma arrecadação estimada em R$ 4,4 bilhões apenas com a venda de ingressos, estabelecendo a maior renda já registrada em um evento esportivo.
Segundo o site especializado TickPick, o valor médio dos ingressos foi de US$ 11 mil. Com um público de aproximadamente 80 mil torcedores, a renda estimada chegou a US$ 880 milhões, o equivalente a cerca de R$ 4,4 bilhões.
Os ingressos mais baratos para a decisão começaram a ser vendidos por US$ 4 mil, mas o primeiro lote se esgotou rapidamente. Na semana da final, os bilhetes passaram a ser comercializados entre US$ 11 mil e US$ 32,9 mil, impulsionando a arrecadação recorde.
Com esse montante, a decisão entre Espanha e Argentina superou o antigo recorde do Super Bowl de 2024, entre Tampa Bay Buccaneers e Kansas City Chiefs, que registrava o maior valor médio de ingressos para um evento esportivo, com US$ 9,4 mil.
Além da venda de ingressos, a Fifa também ampliou suas receitas com experiências exclusivas para torcedores. Antes da final, por exemplo, promoveu um encontro entre os técnicos e capitães de Argentina e Espanha, com ingressos vendidos a US$ 80.
A entidade não divulga oficialmente a arrecadação da bilheteria da Copa do Mundo, mas a previsão inicial era faturar pelo menos US$ 11 bilhões ao longo das 104 partidas da edição de 2026, a primeira disputada com 48 seleções.
Bruno Nunes Loreto é jornalista formado em 2018 pela Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC). Trabalha como redator desde 2016, passando por sites como Torcedores, 90min, Bolavip e Antenados no Futebol. Exerce a função de repórter no NETFLU.
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