(Foto: Mailson Santana - FFC)

O Fluminense teve um ano de oscilação em 2019. O time lutou para não cair, mas acabou conseguindo a vaga na Sul-Americana. De olho estava Marco Brito. O hoje supervisor de futebol feminino do clube afirma ser torcedor tricolor, mas, como é ex-jogador, entende as dificuldades vividas pela equipe. O ex-atacante citou, por exemplo, as três mudanças de técnico, que complicam muito a sequência de trabalho.

Ao NETFLU, Marco Brito falou sobre suas impressões a respeito do Fluminense.

— Eu sou tricolor desde sempre, mas confesso não sou aquele torcedor doente. Talvez por ter sido jogador, eu enxergo diferente de outras pessoas um pouco. Sei das dificuldades que existem no dia a dia. Veja: no ano passado o Fluminense teve alguns treinadores. O Fernando Diniz trabalhou comigo por três anos no Fluminense, é um grande amigo e acho uma pessoa capacitadíssima para fazer um grande trabalho. Oswaldo de Oliveira foi nosso treinador em 2001, antes de eu sair para ir ao Japão. Marcão é um grande amigo, irmão, jogou alguns anos comigo no Fluminense. Sou suspeito para falar. Fizemos um Estadual bom, batemos de frente com o Flamengo. Mas é difícil falar porque muitas coisas aconteceram ao mesmo tempo – disse.