Diretoria do Fluminense recorre da decisão que liberou Miguel do vínculo (Foto: Lucas Merçon - FFC)

Mesmo com o “caso Miguel” longe de um desfecho na Justiça, o meia de 18 anos não se reapresentou ao Fluminense nesta segunda-feira e aguarda a decisão dos tribunais sobre o pedido de rescisão contratual com o Tricolor. Ele já não havia aparecido no treino do último sábado, no CT Carlos Castilho, e não vestirá mais a camisa verde, branca e grená, independentemente do resultado do júri.

O jogador e seu estafe pleiteiam na Justiça uma rescisão unilateral do vínculo, que é válido até junho de 2022. No processo, Miguel alega atrasos de, aproximadamente, um ano no pagamento de um reajuste salarial que está previsto em contrato, fora o não recolhimento de cerca de seis parcelas do FGTS.

Se ganhar na Justiça, Miguel terá seu contrato rescindido. Se perder, não terá mais clima para ser reintegrado ao grupo tricolor e deve ficar encostado no sub-23, assim como Marcos Paulo está desde o início da temporada. Com 22 jogos com a camisa do Fluminense no profissional, Miguel não marcou nenhum gol.