André Moritz herdou do pai a paixão pelo Fluminense (Foto: Arquivo pessoal)

Hoje jogador do Avaí, André Moritz estará do outro lado na partida das 19h30, no Engenhão, pela ida da terceira fase da Copa do Brasil. O volante admite um sentimento especial para a partida. Afinal, estarão frente à frente os dois clubes do seu coração na infância. Natural de Florianópolis, o jogador torcia igualmente para o time da cidade e para o Fluminense.

– Meu pai era tricolor. E, lógico, seguimos os passos dele. Acompanhávamos o Fluminense, mas também o Avaí, time da nossa cidade. O pessoal do Rio e São Paulo sempre teve seus clubes na Série A, e nós, lá em Floripa, não. O Avaí, na época, estava na terceira divisão, mas era o time que a gente torcia, ia aos jogos, que conseguia ver de perto, tinha essa sensação especial. E o time de televisão, da Série A, era o Fluminense. Então agora é um momento muito legal, juntar os dois times que eu torcia do mesmo modo – disse.

André Moritz jogou pelo Fluminense entre 2006 e 2007. Neste período, foi campeão da Copa do Brasil, fez 18 partidas e um gol. O único gol, no entanto, foi para lá de especial. Ele marcou o da vitória sobre o Santa Cruz por 2 a 1 no Arruda, na penúltima rodada do Brasileirão de 2006, afastando completamente as chances de rebaixamento tricolor.

– Foi um clube onde passei, fiquei um ano e meio, conquistei a Copa do Brasil e fui muito feliz. Consegui uma sequência de jogos boa e me firmei como profissional. Aquele gol ficou marcado na memória. Eu sofri bastante com os rebaixamentos do Fluminense quando era torcedor, e estava vivendo aquilo como jogador. Era um momento que eu não queria passar de jeito nenhum – recorda.