Na terceira rodada, Flu foi à Colômbia e terminou enfrentando o Junior Barranquilla no Equador (Foto: Mailson Santana - FFC)

O adiamento do jogo com o Cerro Porteño em virtude do trágico falecimento do filho de Arce, técnico da equipe paraguaia, foi apenas mais um episódio de mudança de planos envolvendo partidas do Fluminense na Libertadores deste ano. Para ser mais preciso, acontece pela terceira vez na atual edição da competição internacional.

Já na segunda rodada do Grupo D, o Fluminense chegou a ir para Bogotá, onde enfrentaria o Independiente Santa Fe (COL). Porém, com o aumento dos casos relacionados à Covid-19 na cidade, a prefeitura aumentou as medidas restritivas locais, impedindo a realização de eventos esportivos. O Tricolor, então, teve de se deslocar para a cidade de Armenia.

Posteriormente, na terceira rodada, o Fluminense viajou a Barranquilla, também na Colômbia, para encarar o Junior. No entanto, em virtude dos violentos enfrentamentos das forças de segurança e a população em protestos contra reforma trabalhista proposta no país, o encontro aconteceu em Guayaquil, no Equador.

No que diz respeito ao jogo com o Cerro, o terceiro episódio da verdadeira “odisseia tricolor”, a questão logística é mais tranquila. A alteração foi apenas no dia da partida de volta das oitavas de final. Em vez de acontecer nesta terça, será realizada no dia 3 de agosto, no Maracanã. O Flu venceu a ida por 2 a 0, no Paraguai, e pode até perder por um gol de diferença para avançar.