Divulgação/FFC

Nascido em Algodão, distrito de Ibirataia, a 326 km de Salvador, o volante André, do Fluminense, deu seus primeiros passos no futebol, ainda nas categorias de base, pelo Bahia, adversário deste domingo. Na época, tinha 9 anos. Hoje, com 20, reencontrará seu ex-clube pela primeira vez como jogador profissional.

Primeira entre aspas, isso porque o atleta entrou em campo nos acréscimos na vitória sobre o Bahia por 1 a 0, na Fonte Nova, pelo Brasileirão de 2020. No entanto, jogou poucos minutos. Dessa vez, será diferente, pois é titular absoluto e um dos pilares do meio-campo tricolor na competição. Em entrevista, comentou o reencontro.

– Não tem como não torcer pelo Fluminense agora, né? Estou há oito anos aqui, não são oito dias, não são oito meses. Sou torcedor do clube, mas tenho um carinho enorme pelo Bahia. Infelizmente o futebol baiano hoje não vive um momento muito bom, não queria que estivesse nessa situação. O Bahia caindo para a B, o Vitória para a C, isso para o Nordeste é muito ruim. Mas na hora do jogo não tem essa, cada um defende o seu lado. Estamos com essa meta de classificação direta para a Libertadores e, se Deus quiser, vai dar tudo certo – disse ele em entrevista ao canal “FIFATILO” no YouTube.