(Foto: Paulo Brito - NETFLU)
(Foto: Paulo Brito – NETFLU)

A partir de abril, o Maracanã ficará indisponível para os clubes cariocas.  O presidente do Fluminense, Peter Siemsen lamenta, mas vê um lado positivo também na ausência do principal estádio do futebol do Rio de Janeiro.

– Como tudo na vida, tem o lado bom e o ruim. O ruim é que um time precisa ter uma casa, onde tem uma força extra. Ficar mudando de estádio, prejudica esse papel importante. Óbvio que aproxima o torcedor que não está no Rio de Janeiro. Quando vamos com o time para Espírito Santo, Brasília, Natal, o carinho não é político. O torcedor é muito carinhoso quando a gente sai do Rio. Fora que algumas praças têm um ganho financeiro grande. Mas o melhor é ter uma casa e, infelizmente, não teremos isso. Estamos trabalhando com o estádio da Ilha, que não sabemos de dará para pôr de pé. Estamos trabalhando com Volta Redonda. Gostamos muito de jogar no Espírito Santo e vai estar no projeto também. E Brasília que é enorme o nosso polo de sócios, o segundo maior no Brasil – explicou.


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