(Foto: Lucas Merçon/FFC)

Em débito com elenco, funcionários e com ações trabalhistas na Justiça, o Fluminense sofre com as dívidas neste fim de 2018. O portal Lance fez um resumo dos desafios financeiros que o clube terá que superar neste fim de ano e início de 2019 para recolocar o Tricolor nos eixos. Além das dívidas com os jogadores (atuais do elenco e já dispensados), estão os casos do Maracanã e do Banco BMG.

Entre os atletas que saíram no fim de 2017, Diego Cavalieri, Marquinho, Artur, Higor Leite, Robert e Wellington Silva decidiram entrar na Justiça para cobrar o que foi acordado quando o Flu e ainda não foi saldado. O valor total dessa dívida beira a casa dos R$ 6 milhões.

Em adição a isso, o déficit do Fluminense nas partidas disputadas no Rio de Janeiro, em sua maioria no Maracanã, chegou R$ 3,5 milhões. Dos 24 jogos realizados no estádio, 19 deram prejuízo ao Tricolor. O pior resultado nos cofres foi no Engenhão. No duelo contra o Atlético-MG, pelo Brasileirão, a dívida ficou na casa dos R$ 369.732,90.


Outro caso que atrapalha é a ausência de um patrocinador master. O Fluminense está sem desde a saída da Valle Express em agosto. Graças a isso, o Tricolor se viu obrigado a pegar um empréstimo de R$ 50 milhões junto ao Banco BMG para eliminar os débitos fiscais. A ideia da diretoria é buscar um acordo com a Caixa Econômica para 2019.