Robinho custou mais de R$ 7 milhões e nunca chegou a se firmar no Fluminense (Foto: Mailson Santana/FFC)

O presidente do Atibaia-SP, Alexandre Barbosa, clube formador do Robinho, criticou a forma como o atacante estava sendo utilizado no Fluminense. Segundo o mandatário, o jogador não funciona jogando nas pontas e afirmou que ele tem mais função de meia, que foi a maneira como se destacou no Figueirense.

– Sempre foi o camisa 10. Sempre foi o meia. Ele gosta de jogar com a bola e foi assim que fez sucesso no Atibaia e Figueirense. Como ele faz muitos gols caindo do lado para o meio, confundem achando que é atacante de lado. Ele é meia-atacante, mas não é atacante de lado como o Marcos Júnior. Ele não é segundo atacante. É um cara para carregar a bola, tem bom passe e bate bem na bola. Ele precisa ter a bola. Ficar de costas recebendo a bola, não é a dele – disse o presidente.