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Presidente do Fluminense lamenta venda de Arias: “Dor no coração”

Yan Rocha

Na entrevista coletiva do último sábado a respeito da saída de Jhon Arias do Fluminense, o presidente Mário Bittencourt declarou que lamentou a venda de um dos seus principais jogadores.

Mário: Não há nada que eu esteja fazendo neste momento que não seja com dor no coração

(Foto: Lucas Merçon/FFC)

— Em 2022 a gente precisou fazer a venda do Luiz Henrique para poder sustentar o ano de 2022. E sustentando o ano de 2022, onde parte daquele dinheiro eu paguei o salário do elenco, inclusive do John Arias, nós nos classificamos para Libertadores e ganhamos ela em 2023. Sem o Luiz Henrique, mas com o John Arias. E o futebol é assim. Então tentar deturpar e colocar na cabeça de quem ama o jogador e o clube de que o que a gente está fazendo aqui é algo completamente fora da realidade do padrão, não é justo. Não é justo especialmente com o jogador, que nos deu tantas alegrias

— Não há nada que eu esteja fazendo neste momento que não seja com dor no coração, porque é um grande ídolo da história do clube, é um grande jogador, é considerado hoje o nosso jogador mais importante, referência. Não é fácil para mim como presidente do clube (…) E obviamente que a negociação está dentro de uma condição e com a ajuda dele. É importante vocês entenderem isso, porque numa negociação da venda de um jogador, é sempre uma negociação em três partes. É o clube que compra, o clube que vende, e o jogador que quer ir também. E ele nos ajudou muito nas condições que a gente exigiu para fazer a operação. Ele também disse ao clube que está comprando “vocês façam o melhor que vocês puderem para que o Fluminense também possa sair bem dessa situação

— Em nenhum momento o Arias nos pressionou, e o que quer se criar é achar um culpado de alguma coisa que não aconteceu. O culpado de uma coisa boa, e o que se quer é tentar criar uma briga que nunca existiu, que não existe entre partes que negociam no futebol. Nós não somos inimigos, o estafe do jogador não é inimigo do clube, o jogador não é inimigo, o clube não é inimigo do jogador — disse Mário.

Nascido e criado no subúrbio do Rio de Janeiro. Jornalista formado pela FACHA, com passagens por agências do Brasil e do exterior. Atua produzindo conteúdo otimizado para SEO há mais de 7 anos e escreve sobre o dia a dia do Fluminense no NETFLU desde 2023.

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