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Relatório aponta suspeita de manipulação em cartão no jogo entre Rivadavia e Fluminense

PV Vasconcellos

Partida aconteceu no dia 6 de maio e terminou empatada em 1 a 1

A Conmebol recebeu um relatório de suspeita de manipulação no jogo entre Independiente Rivadavia (ARG) e Fluminense, válido pela quarta rodada do Grupo C da Libertadores, no dia 6 de maio, em Mendoza, na Argentina.

Segundo o documento, houve um volume considerado anormal de apostas, detectado em uma pequena casa de apostas na Argentina, em um cartão amarelo na partida que terminou empatada por 1 a 1. A suspeita recai sobre o cartão do volante Tomás Bottari, de 25 anos.

Foto: Marcelo Gonçalves / Fluminense FC

Mão na bola

Bottari recebeu o amarelo aos 36 minutos do primeiro tempo, com o placar ainda em 0 a 0. Quando o Fluminense tentava sair com velocidade em seu campo de defesa, o atleta referido interceptou com o braço uma tentativa de passe de Castillo para Acosta.

O árbitro uruguaio Gustavo Tejera mostrou imediatamente o cartão amarelo por toque de mão. Segundo o portal GE, a Conmebol informou que não comenta o assunto. Investigações desse tipo são de responsabilidade da Unidade Disciplinar da confederação.

Segundo o Código Disciplinar da Conmebol, envolvidos em casos de manipulação ficam sujeitos a uma pena de até cinco anos de proibição de exercer atividades relacionadas ao futebol, se houver condenação depois da investigação. Em casos graves, a punição pode ser até vitalícia.

Paulo Vitor Vasconcellos é tricolor fanático, escritor e jornalista formado em 2016 pela Universidade Veiga de Almeida. Trabalhou, de 2015 a 2018, como redator de esportes e, posteriormente, de cinema no portal VAVEL Brasil, cobrindo o Fluminense e a Comic Con Experience 2016 e 2017. Autor do livro Olhos de Lázzuli, ficção e fantasia voltada especialmente para o público infanto-juvenil.

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