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“Somos mandantes e precisamos jogar em La Paz”, diz técnico do Bolívar antes de decisão no grupo do Fluminense

Bruno Loreto

Jogo decisivo tem local indefinido

2 a 1

O Bolívar segue em vantagem contra o Fluminense no Grupo C da Copa Libertadores da América. Na noite de terça-feira (19), o Tricolor bateu o adversário pelo placar de 2 a 1, no Maracanã, pela quinta rodada.

Com o resultado, o time boliviano, que venceu o Fluminense por 2 a 0, ficou na frente no confronto direto, primeiro critério de desempate na edição deste ano.

Na última rodada, o Bolívar precisa de uma vitória simples contra o Independiente Rivadavia para avançar às oitavas. Já o Tricolor tem a missão de bater o La Guaira e torcer por um tropeço dos bolivianos.

Fora da altitude?

O Bolívar corre o risco de perder uma grande aliada para a última rodada. Diante dos conflitos na Bolívia, o jogo pode ser transferido do Hernando Siles para um estádio sem altitude.

Uma das alternativas é o estadio Tahuichi Aguilera, em Santa Cruz de la Sierra, que fica apenas 428m acima do nível do mar, bem diferente dos mais de 3.637 do Hernando Siles.

Em entrevista após a partida contra o Fluminense no Maracanã, o técnico do Bolívar, Vladímir Soria, pediu que o jogo não troque de palco. A expectativa é que a Conmebol bata o martelo em 48 horas.

– Não sabemos nada, tomara que se jogue em La Paz. Porque merecemos jogar em La Paz, porque somos mandantes e precisamos jogar em La Paz.

Bruno Nunes Loreto é jornalista formado em 2018 pela Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC). Trabalha como redator desde 2016, passando por sites como Torcedores, 90min, Bolavip e Antenados no Futebol. Exerce a função de repórter no NETFLU.

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