Grupo Político ligado ao ex-advogado e, também, ex-dirigente do Fluminense, Mário Bittencourt, o “Tricolor de Coração” se posicionou acerca do tema envolvendo casa própria para o Time de Guerreiros. No post desta terça-feira, foi abordado, dentro outros temas, o desenrolar das discussões da última semana.

Confira:

“Nas últimas semanas pudemos ver uma disputa interna pela construção de um estádio de futebol para o Fluminense Football Club, que culminou na exoneração do VP de projetos especiais.

Tal fato só demonstra o quanto o clube é palco de vaidades, todos pensando nos seus próprios umbigos, deixando a instituição em segundo plano. Disputas sobre se o estádio será para 18, 22, 40 mil pessoas e se será na Barra da Tijuca, no Gasômetro ou em Laranjeiras, se será de estrutura tubular ou de cimento, se custará 100, 200, 300 ou 400 milhões. Se o formato será X ou Y, uma enorme quantidade de “se”.

A Associação Nacional Tricolor de Coração não entrará nessa disputa, pois pensamos sempre na instituição, porém como preza um dos três credos norteadores da ANTC, lutaremos pela TRANSPARÊNCIA de todo e qualquer processo que envolva um estádio para o Fluminense. Exigiremos planejamento, estudo de viabilidade, custos, orçamento detalhado e tudo que for necessário para que os sócios e torcedores tenham a noção exata do que será realizado, como será realizado e se poderá ser realizado, sem acarretar problemas financeiros aos já combalidos cofres tricolores.

Não podemos atropelar novamente, como foi feito na construção do centro de treinamento. Não podemos ficar a mercê de uma única pessoa. Isso não é profissionalismo e qualquer estudante de administração de empresas achará risível tal situação.

O tema estádio é importantíssimo para o Fluminense e fundamental para o futuro do clube e ditará o que queremos ser e onde queremos estar daqui a 50, 100 anos.

Nós acreditamos ser imperioso abrir uma discussão ampla sobre o tema, para que todos os tricolores possam ser ouvidos, que todas as etapas de concretização de um projeto desse porte sejam respeitadas, que o clube não entre em aventuras irresponsáveis e após isso, aí sim, decidir o que fazer”.