
Treinador comentou sequência de jogos em gramado artificial e preocupação com lesões
A escolha por um time mesclado entre titulares e reservas na derrota do Fluminense por 2 a 1 para o Palmeiras, na noite desta quarta-feira, na Arena Barueri, gerou muita controvérsia nas redes sociais antes de a bola rolar para a partida do Campeonato Brasileiro. Em entrevista coletiva após o jogo, o técnico Zubeldía explicou a decisão de forma clara e objetiva.
— É a segunda partida seguida em que jogamos no sintético. Em termos gerais, a equipe se comporta bem. Mas também há sequelas que o gramado sintético traz, que me parecem que os especialistas precisam falar sobre as estatísticas. Tenho a sensação de que gera mais lesões ligamentares, musculares, mas é uma percepção. Tratamos de dosar principalmente pelo gramado sintético. Serna e Martinelli eram trocas planejadas. Também o John Kennedy. Temos só um centroavante – disse ele, complementando:
— No Carioca, só pode jogar o John, porque não podemos mais inscrever. Se ele não pudesse jogar contra o Vasco teríamos que usar uma outra alternativa como hoje. Porque ele vem jogando seguidamente com tão pouco tempo de recuperação no gramado sintético pode trazer do na lombar, nos glúteos, no joelho. Então, lamentavelmente, tivemos que dosar e fomos equilibrando os minutos de todos – concluiu.
O Fluminense agora volta suas atenções para o próximo fim de semana, quando recebe o Vasco, no Maracanã, em busca de uma vaga na final do Campeonato Carioca. O Tricolor joga por um empate para avançar à decisão, já que venceu na ida por 1 a 0, no Estádio Nilton Santos.
Paulo Vitor Vasconcellos é tricolor fanático, escritor e jornalista formado em 2016 pela Universidade Veiga de Almeida. Trabalhou, de 2015 a 2018, como redator de esportes e, posteriormente, de cinema no portal VAVEL Brasil, cobrindo o Fluminense e a Comic Con Experience 2016 e 2017. Autor do livro Olhos de Lázzuli, ficção e fantasia voltada especialmente para o público infanto-juvenil.
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