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Zubeldía não esconde incômodo com reta final do Fluminense contra Botafogo

Bruno Loreto

Treinador avaliou atuação do Flu contra o rival

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O técnico Luis Zubeldía não escondeu a insatisfação com a reta final do Fluminense no empate por 1 a 1 com o Botafogo, neste sábado (8), pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro. Depois de reagir no segundo tempo e assumir o controle da partida por alguns minutos, o Tricolor viu o adversário voltar a equilibrar o clássico e não conseguiu buscar a vitória.

Com a cabeça na Libertadores, Zubeldía iniciou o jogo com uma equipe bastante modificada. Apenas Fábio e Ignácio foram mantidos entre os titulares em relação à partida contra o Vasco, pela Copa do Brasil, enquanto os principais jogadores foram preservados para o duelo de terça-feira (11), contra o Independiente Rivadavia, pela ida das oitavas de final.

Fluminense reage, mas perde força na reta final

Depois de um primeiro tempo em que o Botafogo foi superior e saiu na frente com Alex Telles, o Fluminense voltou do intervalo com outra postura. O time aumentou a intensidade, passou a jogar com mais velocidade e teve mais acertos técnicos, pressionando o adversário.

A reação resultou no empate aos 13 minutos, com Ignácio, e o Tricolor seguiu melhor durante alguns minutos. A partir dos 20, porém, o Botafogo voltou a equilibrar as ações e o jogo ficou aberto.

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Zubeldía explicou que decidiu mexer na equipe justamente para tentar recuperar o controle e buscar o segundo gol.

— Me parece que já haviam feito um grande trabalho, como Paulo (Henrique Ganso), que havíamos analisado que estava para sair. E o Serna, consideramos que não podíamos seguir com o mesmo nível. Precisávamos mudar para os últimos 15 ou 10 minutos. Fizemos esforços por 20 ou 25 minutos. Não nos acomodamos bem, é verdade.

Treinador lançou titulares em busca da vitória

As alterações começaram aos 24 minutos, quando Canobbio e Hércules entraram nos lugares de Serna e Ganso. Aos 33, foi a vez de Savarino e Lucho Acosta substituírem Nonato e Soteldo. Por fim, Hulk entrou aos 38, na vaga de Castillo.

A ideia era colocar mais qualidade e poder de decisão em campo para tentar aproveitar o momento aberto da partida.

— Gradualmente coloquei pessoas do banco que poderiam ter resolvido a partida. Soteldo fez uma partidaça. Mas não conseguimos arrematar a partida e resolver algumas situações que achei que poderíamos resolver.

O Fluminense, portanto, terminou o clássico com a sensação de que poderia ter aproveitado melhor o seu melhor momento. Depois de sofrer no primeiro tempo, a equipe reagiu, empatou e teve o controle da partida, mas não conseguiu sustentar a superioridade até o fim.

Agora, o foco muda completamente para a Libertadores. Na terça-feira (11), às 19h, o Tricolor recebe o Independiente Rivadavia, no Maracanã, pela ida das oitavas de final.

Bruno Nunes Loreto é jornalista formado em 2018 pela Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC). Trabalha como redator desde 2016, passando por sites como Torcedores, 90min, Bolavip e Antenados no Futebol. Exerce a função de repórter no NETFLU.

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