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Zubeldía reclama de gol anulado do Fluminense e ironiza árbitro: ‘Fenômeno’

Rodrigo Mendes

Técnico tricolor questionou marcação de falta e falou em técnica errada do zagueiro

O Fluminense empatou por 1 a 1 com o Coritiba, sábado, no Couto Pereira, pela décima rodada do Campeonato Brasileiro. Mas a história poderia ter sido diferente, pois o Tricolor teve um gol anulado ainda no primeiro tempo quando a partida estava 0 a 0 (no segundo tempo, o adversário saiu na frente e o Flu buscou a igualdade). A marcação da falta de Castillo no lance que terminaria com finalização precisa de Kevin Serna irritou demais o técnico Luis Zubeldía, que questionou e, inclusive, ironizou o árbitro gaúcho Rafael Rodrigo Klein.

A jogada se originou num escanteio cobrado pelo Fluminense na área do Coritiba e Rodrigo Castillo, na disputa por espaço com jogador adversário, acabou se desvencilhando com o uso dos braços e o defensor do Coritiba caiu. A bola sobrou em Serna que finalizou com precisão no ângulo. Chamado pelo VAR para rever o lance, o árbitro assinalou a falta inexistente. Na entrevista coletiva, Luis Zubeldía perguntou se o árbitro teria como entender se houve intensidade suficiente para se caracterizar uma falta. Muito irritado, o treinador argentino esbravejou.

— Rafael Klein que se chama, né? Eu tenho certeza que aquilo não é falta (sobre o gol anulado). Não entendo o critério que se usa. (Ele se levanta) Quando um goleiro ou um defensor está marcando e está pressionando um atacante, envolvendo com os dois braços, a bola vem. O atacante não tem outra opção senão tirar o marcador de cima, normal. Se ele está posicionado com os dois pés paralelamente ao arco, ele sabe que vai perder o equilíbrio. Ele está assim, então um leve deslocamento do braço é normal. E o árbitro marca falta? Não, não é falta. É um erro do defensor por aplicar uma técnica que todos sabemos que assim não se pode marcar, porque perde o equilíbrio – disse, prosseguindo:

— Então eu pergunto ao Klein: se ele mediu a força do jogador, então ele é um visionário, é um fenômeno. Vamos levá-lo ao Fluminense para trabalhar a força com os jogadores e olha o critério que nossos profissionais não estão vendo. Se ele interpreta que a força que exerce o atacante é para que o defensor caia, é um gênio.

Zubeldía foi além e destacou que a ação se dá muito mais pelo mal posicionamento do zagueiro adversário do que por uma jogada faltosa do jogador do Fluminense.

— Isso é mais profundo, não pretendo que os comentaristas entendam essa situação. Mas, por favor, é um gol legítimo, uma ação que não pesa no gol, porque passa por cima. É uma ação que o defensor, pelo mal posicionamento das pernas, com um leve deslocamento do atacante… que é a única maneira que tem de sair da marcação trancada do defensor. Se não, não se pode atacar mais. Tem que ficar assim com os braços.

Fluminense e Zubeldía voltam atenções para estreia na Libertadores

Passado o empate no jogo do Campeonato Brasileiro, o foco do Fluminense e Luis Zubeldía passa a ser a estreia na Copa Libertadores. Terça-feira, às 19h, o Tricolor vai à Venezuela para enfrentar o Deportivo La Guaira, no Olímpico de la UCV, pela primeira rodada do Grupo C.

Técnico do Fluminense, Zubeldía ficou irrigado com a arbitragem (Foto: Lucas Merçon / FFC)
Técnico do Fluminense, Zubeldía ficou irrigado com a arbitragem (Foto: Lucas Merçon / FFC)

Rodrigo Mendes, pai da Giovana, é um jornalista e tricolor de coração de 44 anos. Formado pela Facha, trabalhou no Lance, no site Justiça Desportiva e também como assessor de imprensa. Atualmente, exerce a função de editor do NETFLU

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