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Zubeldía se derrete por Thiago Silva: “Ele tem a perfeição e é um prazer poder dirigi-lo”

PV Vasconcellos

Zagueiro marcou o segundo gol da vitória do Fluminense sobre o Bahia por 2 a 0

Até mesmo o técnico Luís Zubeldía se rendeu ao talento do zagueiro Thiago Silva em entrevista coletiva após a vitória do Fluminense sobre o Bahia neste domingo, por 2 a 0, no Maracanã, que garantiu o Tricolor na fase de grupos da Libertadores de 2026. O camisa 3 marcou o segundo gol que selou a vitória e teve mais uma atuação como de costume: sem defeitos.

— É realmente um prazer poder dirigir o Thiago. Creio que seus companheiros também têm prazer de tê-lo ao lado. O torcedor também. Realmente, apesar de ser um ser humano, que pode ter falhas, o que ele faz em campo é para ressaltá-lo e sobretudo para as novas gerações. Muitas vezes os meninos e as pessoas que estão na base trabalham e dizem como tem que ser um zagueiro, por vezes miram na Europa ou outros que veem na televisão. Aqui temos um zagueiro que tem a perfeição. Está aqui, não na Europa. Isso é preciso aproveitar. Trato de que cada um seja de maneira distinta, mas no “livro” de como ser zagueiro, ele é perfeito dentro do imperfeito que pode ser, é ser humano, mas é algo para dizer: “senhores, basta de teoria no futebol de base, vejam tudo que é feito aqui e passem a trabalhar desde meninos” – disse Zubeldía, acrescentando:

Foto: Marcelo Gonçalves/FFC

– Não está na Europa, está aqui. Tenho aqui. É um prazer. Ele, como outros de experiência que estão mais perto do fim do que do começo, podem coroar essa Copa do Brasil da melhor maneira. Seria uma mensagem linda para todos. Sabe outra coisa que desfruto do Thiago? Ele gosta de defender. Hoje teve uma confusão grande sobre jogar bem. O que se pede de um zagueiro? Ou que fique com a bola ou que penetre com ela, porque o futebol é mais posicional e tem que romper. Além dessa lucidez para tomar decisões e ficar com a bola para que haja espaço para jogar com os meias, fazer por fora, além da técnica, ele gosta de defender. A bola está na frente e ele já está com espuma na boca para defender. Nos tempos de hoje, muitas vezes com o que pedimos aos defensores, nos esquecemos do essencial, sentir a defesa quando abola está longe. Quando a bola está perto, defender. Essa parte também é importante. Apesar da trajetória, a mentalidade é de defensor – concluiu.

Paulo Vitor Vasconcellos é tricolor fanático, escritor e jornalista formado em 2016 pela Universidade Veiga de Almeida. Trabalhou, de 2015 a 2018, como redator de esportes e, posteriormente, de cinema no portal VAVEL Brasil, cobrindo o Fluminense e a Comic Con Experience 2016 e 2017. Autor do livro Olhos de Lázzuli, ficção e fantasia voltada especialmente para o público infanto-juvenil.

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