Foto: Fim de Jogo

Duas empresas disputam a compra da concessão do Maracanã, que pertence a Odebrecht. A francesa Lagardère e a inglesa CSM disputam o direito de tocar o principal estádio do país. A informação é de Jorge Nicola, comentarista dos canais ESPN Brasil e blogueiro do portal Yahoo.

A Lagardère estaria na frente pela experiência na administração de arenas em relação à concorrente, a CSM, que tem como especialidade a comercialização de camarotes, alimentos e hospitalidade corporativa. O Fluminense tem acordo com as duas empresas.

 
 
 

Uma das exigências do edital de convocação para a administração do Maracanã trata sobre a experiência no gerenciamento de arenas. Os itens 11.5.2 e 11.5.3 cobram a comprovação da experiência da licitante em operação e manutenção de ao menos um estádio com capacidade mínima de 20 mil pessoas.

Apesar da falta de experiência, a CSM aposta na força política de seus parceiros Flamengo e Fluminense, que têm feito trabalho pesado nos bastidores.

– Vou me surpreender se a nossa proposta não for aceita. Somos a única empresa que tem contrato com Flamengo e Fluminense, independentemente do sócio torcedor que fazemos com eles. Porque nossa filosofia é a mesma dos clubes: a gente entende que os clubes devem ser os protagonistas, não uma empresa qualquer de marketing esportivo – Cadu Ferreira, executivo da CSM.