Wagner não teme os adversários na Libertadores

A Libertadores sempre caracterizou-se por ser um torneio de pegada, marcação forte e até violência por parte de alguns jogadores. Wagner deixou a partida contra o Emelec (EQU) na última quarta com uma cicatrize na canela. Mesmo assim, não baixa a guarda e acredita que a tendência é piorar daqui para frente.

 
– Acho que vai. Quanto mais cicatrizes, mais porradas estamos tomando, por mim tudo bem, porque estamos chegando mais longe e mais perto do objetivo. Contanto que não seja uma lesão grave, o resto pode acontecer. Creio eu que cada partida vai ficar mais difícil, disputada – disse ele, que, com sabedoria, completou:

 
 
 

 
– Medo não temos. Respeitamos e enfrentamos todo mundo de peito aberto. Se a equipe adversária bate muito, a gente vai procurar o drible para estar expulsando jogadores deles para ter a vantagem númerica e fazer os gols.