MURIEL – NOTA: 6,5

– Não chegou a fazer nenhum milagre como nos últimos jogos, mas manteve a segurança atrás e foi importante com algumas boas defesas para garantir um ponto importante para o Flu fora de casa.

 
 
 

GILBERTO – NOTA: 3,5

– Inexistente no apoio e mal também defensivamente. As principais jogadas do Cruzeiro, principalmente na segunda etapa, saíram todas pelo seu lado do campo.

NINO – NOTA: 6,0

– Boa partida. Tirou todas as bolas por cima e por baixo e conseguiu conter o ímpeto ofensivo da equipe adversária, que pressionou bastante, mas não chegou a criar tantas chances claras de gol.

FRAZAN – NOTA: 6,0

– Assim como seu companheiro de zaga, fez uma boa partida. Seguro e eficiente. Não deu espaços para o ataque do Cruzeiro e fez uma boa marcação em Fred nas suas jogadas características de pivô.

ORINHO – NOTA: 4,0

— Ao menos até aqui, mostrou que não tem muita técnica e ficou devendo no apoio. Defensivamente, marcou posição e ao menos não tomou tantas bolas nas costas como Gilberto, mas terá que melhorar mais se quiser brigar para ser titular.

YURI – NOTA: 5,0

– Teve dificuldades na saída de bola, mas, como o homem de meio-campo mais recuado, teve um papel importante na proteção da linha de defesa. Quase foi expulso injustamente, mas o juiz voltou atrás graças ao VAR e o manteve no jogo.

DANIEL – NOTA: 5,5

– Jogador mais lúcido do meio-campo tricolor. Fez a bola rodar, praticamente não errou passes e foi o que mais tentou as jogadas verticais, com lançamentos e enfiadas de bola. Não merecia ter sido substituído, ao menos não tão cedo.

PAULO HENRIQUE GANSO – NOTA: 3,5

– Partida ruim do camisa 10 tricolor. Desatento, perdeu algumas bolas bobas na intermediária e errou passes de 2 ou 3 metros que não costuma errar. Ainda levou um amarelo e está suspenso para a próxima partida contra o Bahia, no Maracanã.

NENÊ – NOTA: 3,5

– Prendeu demais a bola em vários momentos quando poderia ter soltado ela com mais rapidez para puxar os contra-ataques. Assim como Ganso, também abusou de perder bolas bobas na intermediária que ocasionaram ataques perigosos do adversário.

YONY GONZÁLEZ – NOTA: 4,5

– Não faltou a disposição de sempre, mas ficou devendo. Poderia ter explorado mais sua característica principal, que é a velocidade, para incomodar mais a defesa cruzeirense.

JOÃO PEDRO – NOTA: 4,0

– Preso na marcação, foi presa fácil para a defesa adversária e praticamente não finalizou. Com exceção de uma cabeçada após uma cobrança de escanteio em que errou o alvo. Também ficou devendo.

(DODI) – NOTA: 5,0

– Não entrou mal e se mostrou a fim de jogo. Puxou alguns contra-ataques e conseguiu levar o Fluminense a frente em um momento bem superior do Cruzeiro na partida. Isso aliviou um pouco a pressão e deu mais tranquilidade a equipe.

(IGOR JULIÃO) – NOTA: 5,0

– Entrou para jogar improvisado na lateral-esquerda e dar um gás novo na marcação pelo lado do campo, já que Orinho, ainda com falta de ritmo, não aguentou os 90 minutos. Cumpriu bem seu papel.

(EWANDRO) – SEM NOTA

– Entrou na reta final de jogo e pouco tocou na bola

MARCÃO – NOTA: 4,0

– Pecou nas substituições. Tirar o Daniel, que vinha sendo a melhor peça da equipe no meio-campo, para a entrada do Dodi foi, no mínimo, esquisito. Outra mudança estranha foi a entrada de Ewandro. Com os meninos Miguel e Evanilson no banco, por que não apostar na garotada da base ao invés de um atacante que até hoje não mostrou serviço? Vacilou, Marcão!