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Com decreto de quarentena até o dia 31 de maio, ainda não há data para a volta do futebol no Rio de Janeiro. Mas a maioria dos clubes segue em movimento e estuda alternativas, junto com a Ferj, para a retomada. Nesta quinta-feira, o Volta Redonda realizou testes – com dois casos positivos, sendo um atleta já imunizado – e o Bangu, nesta sexta, com sete positivos entre atleta, três da comissão e dois funcionários. Na segunda, vai ser a vez do Madureira.

Os testes são parte do movimento de clubes pequenos e da Ferj de preparação para possível retorno do futebol em meados de junho. O cenário ainda é nebuloso, imprevisível e a preocupação é grande em não passar impressão de açodamento na decisão, mas se avalia plano de confinamento de duas semanas para a realização de intertemporada. Desta maneira, com os jogadores testados, há entendimento de que haveria controle dos habilitados para a competição e dos envolvidos nos clubes.

Entre os grandes, a controvérsia continua. O Flamengo, que só espera autorização das autoridades, se hospedaria na estrutura do Ninho do Urubu. O Vasco, possivelmente, iria para um hotel e treinaria em São Januário. Botafogo e Fluminense não admitem sequer tratar de retorno por enquanto.

Existe também outra discussão em vista: como bancar as novas despesas de intertemporada? A Ferj comprou 700 testes, que começou a aplicar nos clubes pequenos, e avalia os custos para levar a um arbitral de clubes – a premiação do Carioca poderia ser usada para cobrir esses custos extraordinários.