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Diretoria do Fluminense deixou maior parte da “responsa” para Vina e empresário; Entenda

Paulo Brito

Novela sem fim. Uma enxurrada de notícias envolvendo o interesse do Fluminense no meia Vinícius, conhecido como Vina, do Ceará, tomou conta da mídia esportiva nesta semana. Com informações diferentes pipocando a todo instante, para todos o lados, uma situação é certa: o atleta não quer deixar a equipe nordestina pela porta dos fundos, mas precisa conseguir uma saída amigável de seu atual clube.

O NETFLU apurou que a diretoria do Fluminense tem deixado boa parte da responsabilidade pela liberação ao estafe e ao próprio meia. Os dirigentes tricolores não intencionam comprar o meio-campista de 31 anos, arcando apenas com seu salário. Assim sendo, muitos diálogos têm acontecido desde que surgiu o primeiro contato do departamento de futebol do clube das Laranjeiras.

Vina deseja retornar ao Tricolor, mas não quer se indispor com a instituição que detém seus direitos. Até às 16h30 desta quarta-feira (11), segundo o jornalista e youtuber Gabriel Amaral, do canal Raiz Tricolor, não houve qualquer contato do Fluminense com o Ceará, detentor dos direitos do jogador.

Nas Laranjeiras, por sinal, o resultado da negociação ainda é tido como incerto, mas a comissão técnica, capitaneada por Fernando Diniz, entende que o meia é o nome ideal para substituir Nathan, que preferiu não continuar no Tricolor.

Vale lembrar que o meia já defendeu as três cores que traduzem tradição em 2015. Após problemas de comportamento, inclusive na relação com Mário Bittencourt, o apoiador não permaneceu. No Ceará, ele vem sendo protagonista desde 2020, porém com o rebaixamento da equipe no ano passado, seu salário passa a ser um desafio, pois recebe acima dos R$ 500 mil.