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Jogador com uma história vencedora no Fluminense e atualmente sem clube, Edinho minimiza o fato de em seu tempo de clube os jogadores de defesa, como ele, Gum e Leandro Euzébio, por exemplo, terem sido criticados em determinados momentos. Campeão carioca e brasileiro em 2012, o volante se diz feliz por ter atuado no Tricolor das Laranjeiras.

– Eu acho super normal o torcedor ficar assim. Quando você joga num clube como um Fluminense, ele quer ganhar até par ou ímpar. O torcedor é assim, é normal. Na hora a gente ficava puto, mas depois conversávamos entre nós. Não pode num ano a gente ser campeão e no outro ter campanha pífia. Torcedor é paixão, mas também é razão. Ele acompanha futebol direto, sabe quando as coisas podem melhorar, sabe quando o jogador dá migué. A arquibancada não é burra. A gente teve problemas quando o Fred se machucou, perdemos a nossa referência em 2013, por exemplo. Faz parte. Demorou pra cair a ficha, mas a gente se manteve de pé. Eu me sinto um privilegiado de ter jogado no Fluminense pela história da família. Tivemos conquistas grandes com o Fluminense. Lembro de um jogo que teve pancadaria, em 2011, contra o Argentinos Jrs. Se você pegar a jogada, eu saio a arrastando a bola 100 metros e o pênalti foi em cima de mim. Eu me sinto muito honrado por isso. Esse jogo foi incrível. Até hoje os torcedores me cumprimentam quando me encontram. É gratificante demais – falou em entrevista ao NETFLU.

Pelo Fluminense, Edinho atuou entre 2011 e 2013. Fez 163 jogos e um gol.