podearrozPaulo Brito

 

 
 
 

Dia importantíssimo para a manutenção de um dos rituais mais simbólicos da torcida tricolor. Nesta quarta-feira, às 13h, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) julgará a permanência – ou não – do uso do pó de arroz pelos fãs do Fluminense, no Maracanã. Procurado pela reportagem do NETFLU, o presidente do clube, Peter Siemsen, saiu em defesa do costume, torcendo por um desfecho feliz.

– O pó de arroz é uma tradição importante na arquibancada para a torcida tricolor e faz parte da identidade do Fluminense. O clube espera que a Justiça também entenda desta forma para que os torcedores possam seguir realizando esta festa tão singular – frisou o mandatário, com exclusividade.

No que depender dos aficionados verde, branco e grená, o advogado e blogueiro do portal Globoesporte.com, Gustavo Albuquerque, que está à frente da causa, terá um apoio maiúsculo. Em evento criado através de uma rede social, mais de 1.300 tricolores confirmaram presença na entrada do Tribunal de Justiça. Se 10% desse número se confirmar, o barulho já será intenso, com cantoria e protestos em prol da perpetuação de um das manifestações mais simbólicas do futebol brasileiro.

O “Pó de arroz” é um dos apelidos mais conhecidos do Fluminense. Mas, engana-se quem pensa que a origem da alcunha seria o racismo no aristocrático clube na década de 1910. Para entender melhor a história deste símbolo do clube, clique aqui.


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