À beira do abismo financeiro, o Fluminense precisa se reinventar para colocar, pouco a pouco, as contas em dia. Parte deste processo passa pelo dinheiro que o clube pretende conseguir, via empréstimo. Para tal, o NETFLU apurou que parte das cotas de TV de 2019 foram antecipadas para serem utilizadas como uma espécie de garantia, no intuito de o  Tricolor conseguir a liberação de cerca de R$ 50 milhões, via Fundo de Investimentos em Direitos Creditórios (FDIC). Este montante, contudo, não seria o suficiente para fechar o ano no azul.

Em outras palavras, o Fluminense faria uma antecipação de recebíveis e esse fundo passaria a ser dono do valor que o clube teria direito no futuro, somando ainda as taxas da transação. A tendência é que o Flu resolva a questão do valor milionário até o final da próxima semana. Esse dinheiro, porém, não seria para pagar salários atrasados. O valor é para quitar, especialmente, impostos em atraso, comissões devidas a empresários e parte das rescisões a oito jogadores do grupo de liberados ao final do ano passado.

É importante ressaltar que esta negociação vem sendo feita desde a última temporada. Antes, sob a batuta do ex-vice-presidente financeiro, Diogo Bueno e, agora, com alguns dos nomes que compõe este departamento do clube. Outros detalhes sobre este tema são mantidos em sigilo para evitar maiores alardes por parte do mercado.


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