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Fluminense pode envolver jogadores, se necessário, como cartada por Vina

Paulo Brito

Vina quer o Fluminense e o Fluminense quer Vina. No meio desse mútuo desejo, porém, o Ceará, detentor dos direitos do jogador. A situação ainda se arrasta, apesar da pressa da diretoria tricolor em ver o atleta integrado ao elenco, para iniciar os trabalhos com o técnico Fernando Diniz.

Em cima disto, o NETFLU apurou que, caso o Tricolor não consiga o apoiador por empréstimo – primeira opção – ou aquisição em definitivo, num negócio dentro do orçamento do clube, não está descartado o envolvimento de outros atletas como moedas de troca. Caio Paulista, que aguarda uma proposta do Mundo Árabe, está entre as possibilidades. Porém, o empresário do atacante, Eduardo Uram, não enxerga o aproveitamento do jogador num clube da Série B como uma boa vitrine.

Vale frisar que Vina recebe vencimentos elevados para os padrões do Ceará mesmo quando disputava a primeira divisão do futebol brasileiro. Rebaixado para a Série B do Brasileiro, o clube nordestino sabe que o alto salário pesa ainda mais pois, naturalmente, terá menos receitas.

Vina ganha acima de R$ 500 mil, mas não seria um problema para o Fluminense devido ao retorno de Nathan para o Atlético-MG, que tinha vencimentos similares. Além disso, o Tricolor teria de pagar R$ 1 milhão ao Galo. Logo, houve uma economia de cerca de R$ 6,5 milhões, que seriam usados para buscar Vina no Nordeste.