O colombiano Yony González, de 24 anos, chegou no Fluminense nesta sexta-feira para a realização de exames médicos e já até treinou com seus novos companheiros, mas ainda não foi anunciado oficialmente pelo Tricolor. Ainda desconhecido no futebol brasileiro, o jogador se destacou no Junior Barranquilla (COL), vice-campeão da última Copa Sul-Americana, e chamou a atenção da imprensa local. Confira algumas análises de jornalistas colombianos sobre o novo meia-atacante do Flu:

Fabio Poveda, da BLU Radio, de Barranquilla

“É um jogador que foi muito importante no título nacional do Junior. Ele, geralmente, atuou aberto pela direita, mas o técnico Júlio Comesaña também o escalou como centroavante, especialmente na ausência de Téo Gutierrez. Yony tem muita força, explosão muscular e é bom no jogo aéreo. Não é muito técnico, mas não é desajeitado. Ele tem o gol. Faz gol. Ele consegue desequilibrar com a sua velocidade e geralmente agrada aos técnicos pois sabe marcar. Faz a ida e volta clássica para acompanhar o marcador. Ele é destro, mas sabe fazer isso também pela esquerda”.

Manuel Ortega, do site www.hora724.com

“É um jogador que se destaca pela força e potência. Ficou por três anos no Junior sendo que o de 2018 foi o melhor de todos. Ele, por conta da sua força física, complica os zagueiros adversários. Teve melhor desempenho jogando como centroavante, uma posição até então inédita e que o técnico Julio Comesaña o escalou por necessidade. Pode jogar como atacante de lado, preferencialmente pelo esquerdo, posição na qual também se destaca pela força”.

“A torcida do Junior reconhece a dedicação dele, apesar de que nos primeiros anos muitos pediram a sua saída. Agora, queriam que ele ficasse. Na final contra o Nacional de Medellín, fez o gol do título, o que o colocou na história do clube. A torcida o reconhece como um jogador que apareceu em jogos importantes e fez gols decisivos”.

Flor Diaz, jornalista colombiana

“Yony González foi uma peça-chave do Junior na conquista do título colombiano. Sempre correspondeu nos momentos em que foi chamado. Para ele, cabe muito bem o ditado de que “o trabalho sempre traz recompensa”. Por algumas vezes, teve de se contentar em ser reserva e até sobrar das relacionados aos jogos. Porém, sempre trabalhou para recuperar espaço. Sempre contou com respaldo do técnico Julio Comesaña”.