Marlon não jogava 90 minutos desde maio (Foto: Mailson Santana - FFC)

A vitória de 1 a 0 do Fluminense sobre o Athletico, no último domingo, na Arena da Baixada, foi duplamente especial para Marlon. Afinal, além, claro, do resultado positivo, voltou a ter uma chance como titular no Tricolor depois de dois anos. Mas não foi fácil. O próprio lateral-esquerdo admite ter ficado mais na base da raça.

Como a última vez que havia atuado uma partida inteira tinha sido no dia 15 de maio, ainda durante o empréstimo ao Trabzonspor, da Turquia, já previa que não conseguiria aguentar os 90 minutos e chegou a sentir algumas câimbras. Em virtude de outros companheiros terem sofrido problemas piores no decorrer do jogo, segurou até o fim.

— Eu sabia que não suportaria jogar os 90 minutos no mais alto nível, então tentei dosar o máximo possível. Até tinha avisado para o pessoal do banco que estava sentindo um pouco de câimbra, mas o Yago teve um problema e teve que sair. E depois teve o lance do Nino. E aí acabei ficando um pouco mais, no “sacrifício”, mais posicionado – relatou.