antonio carlos ricardo drubsckyA demissão do Fluminense, em 20 de maio, ainda não foi bem digerida por Ricardo Drubscky. O técnico insiste que o fato já nem deveria mais ser discutido, mas revela que houve uma quebra de palavra. Afinal, ele afirma que duas semanas antes de sua dispensa, os dirigentes falavam em tê-lo por um longo período.

– Mágoa não tem, sou bem sincero. Na minha opinião foi uma atitude precipitada, isso já foi falado, não gostaria de ficar remoendo. São águas passadas. O motivo da minha saída foi por uma frase no vestiário. Se tivesse torcedor do Fluminense assistindo ao que falei, eu seria aplaudido de pé. Não diminuí jogador nenhum, não desvalorizei o trabalho e não houve um entendimento do que estava havendo. O desejo da diretoria, duas semanas antes da minha saída, era que eu ficasse dois anos e duas semanas depois eu já não sirvo? Estava me sentindo à vontade, bem, e acredito que o trabalho iria fluir. Msa já passou, agora é tocar o barco e vida que segue. Não tem como torcer contra o Flu, pois o Enderson praticamente, nasceu nas minhas mãos. Trabalha comigo há mais de 20 anos. Preciso voltar ao Rio para mostrar que meu trabalho é muito maior do que ficou mostrado no Fluminense – declarou o treinador, atualmente desempregado.


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